sábado, 14 de fevereiro de 2009

Clássica

Conheço poucas pessoas que apreciam música clássica e , apesar de não ser grande conhecedora do gênero, posso dizer que sou expert das sensações que ele pode provocar. Às vezes não sei distinguir Mozart, Bethoven e Bach, mas me sinto profundamente íntima de suas melodias. Sensibilidade aguçada, paixão por ballet. Desconheço a origem deste apego. Apenas sei dizer que experimento uma espécie de nirvana* quando ouço.
É relaxante. Às vezes chega a ser cômico. Metrô lotado, aquelas caras sem expressão ao som de Bach. Praia lotada, aquelas caras hiperbolicamente animadas ao som de ....Bach. Combina com tudo. Não tem erro de concordância, não tem sotaque, não tem letra. É uma linguagem universal. A linguagem da emoção.
Frustação? Êxtase? Experimente música clássica.
Aprecie sem moderação.

Confira:


Nirvana: Superação do apego aos sentidos, da ignorância e da existência. É o ápice, o ponto mais alto de meditação, no qual, acreditam seus praticantes, o espírito se liberta do corpo temporariamente.

2 comentários:

Pedro disse...

Também não sou um conhecedor, mas às vezes escuto.

Leandro Marlon disse...

Simplesmente sinto a música clássica... fecho os olhos e sinto...
Acalma meu agitado espírito...
=]